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Mostrando postagens de março, 2025
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  Gláubia Costa: Declaração de Liberdade "Não sou homem nem mulher. Não sou só corpo — sou alma e corpo. Sou liberdade." 31 de março de 2025.
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  A sexualidade humana é mais complexa do que imaginamos? Vai além da heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade e de todo o universo LGBTQIA+. Até onde um corpo masculino pode experimentar? E um corpo feminino? Gláubia Costa, 31 de março de 2025.
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  Canto do que não somos 29 de março de 2025 O desejo... ah, o desejo... sempre irrealizável... Gosto mais de mulheres. Elas deveriam ser celebradas todos os dias. Carlos me conta de suas paixões por lindas bocetas. Há bocetas. Como desejar homens, se as mulheres são encanto? Há o desejo... desejo... pelos corpos que nos cercam, mas é o desejo pelas almas que habitam esses corpos, adornados de calcinhas. Calcinhas... calcinhas... coloridas. De bocetas incendiárias. Como gostar de machos, se mulher é liberdade? Mas Carlos sabe que estamos aqui, presos em sentidos e sentimentos. E à velha moral cristã, com sua sensação de pecado. Somos livres em nossos desejos... E as mulheres são sinônimo de liberdade. O patriarcado é o maior mal da nossa desumanidade. Como, Carlos? Se pudesse escolher, nasceria mulher, a clamar liberdade. Glaubia Costa
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  CORPOS EM SILÊNCIO Ele, Carlos... já amou. Tantos homens, tantas mulheres... Sabe que o preço da liberdade é o silêncio. Não sabe se amará outros homens. Observa-se no silêncio dos desejos. Corpos o encantam. Bucetas. Paus. ...calcinhas coloridas... calcinhas coloridas descem diante de seus olhos. Não teme a ira do Deus cristão. Ama Baco, Dionísio, deuses da liberdade. Oh, liberdade... Corpos são desejos. Alisa seu corpo cheio de pelos. E espera, em silêncio, um novo amor. Quem sabe, numa mesma cena, um homem e uma mulher. Sem a necessidade da penetração. Corpos em carinho e amor. ...calcinhas coloridas... desejos nas tardes de sábado, aguardando o amor. Entre mulheres e homens. Três corpos no silêncio do amor... numa tarde silenciosa. 29 de março de 2025 Glaubia Costa
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  Relato de uma Tarde em Silêncio   Carlos passou a tarde ouvindo histórias de sexo com homens. Como são lindas essas histórias. Carlos ama homens e mulheres. Mas mantém a máscara da heterossexualidade. Uma máscara. Para inúmeras pessoas. Como é bom amar. Simplesmente amar corpos. Carlos está indeciso sobre sexo anal. Só experimentou depois dos cinquenta... mas sempre teve uma sexualidade estranha. A quem Carlos engana? Quantos como ele se submetem à máscara da heterossexualidade? Homens e mulheres são desejos. Hoje amou ver corpos masculinos. Suados em corridas. Lindos corpos de machos encantadores. Carlos tem uma gaveta só de calcinhas. Mas adorou usar uma cueca. Quando toma injeções, enfermeiras já viram suas calcinhas... mas calcinhas são tanta liberdade. Como Carlos deseja se cuidar numa clínica. Carlos ama se revelar a si mesmo. Tem poucas pessoas com quem tirar estas máscaras... e descobriu um podcast revelador. Carlos, em sua maturidade, é feliz. Quer encontrar...
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  CANÇÃO DO DESEJO (por Glaubia Costa) Metido em sua cueca samba canção. Após um banho depois de uma caminhada.. vem a doce vontade de ver calcinhas. Calcinhas coloridas. Ontem ele acordou com um desejo de dar o cu. Mas se trabalhou. E decidiu não mais transar com homens. Nada contra as pessoas gostarem de dar o cu. Mas ele não quer mais saber... Já basta algumas experiências. Mesmo gostando de ver homens sarados E com a silhueta de seus cacetes. Mas Carlos prefere as mulheres. Tem vontades de ter nascido mulher. Mas gosta de ser homem. E ama mesclar roupas femininas com masculina. Já deu.. a algum tempo. Era um pau enorme. Mas não foi uma transa tão fácil. Mas inesquecível. Vai lembrar em toda a sua vida. Aquele pau enorme só o comeu até a metade. Não soube o que é o gozo de um macho dentro de si. Ontem acordou desejando um enorme pau. Mas se contém e as mulheres são completas. Perfeitas. Entre mulher e homens fica com as mulheres. Calcinhas coloridas incendei...
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  Canção ao amor livre Glaubia Costa – 23 de março de 2025 Calcinhas coloridas... despe-se. Calcinhas... Calcinhas... Ela desce suavemente, em meio aos lençóis, lembrando as estradas da Bahia, amores em bordéis. Entre as cores de inúmeras calcinhas, despe-se e ama. Quatro corpos que se amam. Vaginas... pênis... ânus... Em amores... Entre calcinhas... Numa enorme cama, num quarto somente com uma cama e uma banheira. E o amor. Penetração. Ânus. Pênis. Vaginas. Se amam sem amarras, moraes.
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 MEMÓRIA DE UM AMOR LIVRE   Glaubia Costa   Eu me lembro com prazer dessa experiência.   Foi mágico.   Somos humanos.   Os corpos são instrumentos de vida.   A sexualidade.   Cada um tem a sua.   Eu me permito amar mulheres e homens   com a intensidade de viver.   De uma forma livre e discreta.   Aos olhos dos que não se jogam   no amor sem amarras.   23 de março de 2025  
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  Calcinhas no canto de um quarto Suas calcinhas… em silêncio, num quarto. Confissões de sua liberdade. Ele ama, em silêncio, mulheres e homens. Como queria experimentar viver em um corpo feminino. Seria leve e solta. Um corpo masculino parece uma prisão. Um não ser. Pois os deuses lhe mandaram assim… Seria um castigo? Mas que vingança! Ser mulher é ser plena… Ele queria mergulhar num corpo feminino. As ama… Mas como ser livre? Onde realmente existe liberdade, se fomos trocados em nossos desejos? Mulher é liberdade. Mas quem é livre neste planeta? Se não sabemos quem realmente somos? De onde viemos? Tudo é tão estranho… E suas calcinhas, em silêncio, no quarto. Reflexo de suas vontades. Glaubia Costa 16 de Março de 2025
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  Amores nas estradas da Bahia Glaubia Costa 16 de março de 2025. Domingo. Calcinhas coloridas nas estradas da Bahia. Uma viagem de caminhão, uma experiência sem ser turista. Há alguns anos, Carlos viajava de caminhão. Em uma parada para banho e alimentação, a luz acabou. Foi então um lugar onde havia algumas mulheres — uma casa de amores na estrada. Papo vai, papo vem. Veja o sexo. Um sexo cheio de prazeres. Despire-se. Ela tirou uma calcinha colorida que o encantava. Tinha um corpo pequeno e delicado. Deitaram-se numa pequena cama de solteiro. Ela o tocava e, ao virá-lo, sua vagina roçava o ânus dele, como se o penetrasse num ritmo alucinado. Foi delírio. Se viraram, e ele colocou a camisa antes de penetrá-la. A dona do lugar insinuava que ele não havia sido descoberto gay ou bi. Mas ele, na dele. Foi uma noite completa, já um poema perdido na passagem do tempo. Corpos se amam. Nada mais que corpos. Ele não sabe se um dia voltará a passar por essa estrada, mas guarda essa ...
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  A saia que não lhe cabe! Ele experimentou uma saia em uma loja. Mas tão apertado que ele não se move. Um vestiu. Uma, duas saias. Ela queria ver a drag queen. Mas ele não é da noite. É alguém do dia. Em sua solidão. Onde usar aquele vestido já comprado? Ele só quer um recanto para a liberdade. Mas onde existe liberdade? Já fostes aos mundos dos mortos? Talvez lá não existam deuses. Então ele flui na vida. Até o derradeiro dia. Quando atravessará as portas do Hades. Como ser livre em dias tão conservadores? A masculinidade pode ter outros caminhos! Liberdade em dias de escuridão. A saia que não lhe coube fotografada. Glaubia Costa 14 de março de 2025
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  A lenda de Ícaro – O lado oculto O que não contam da queda de Ícaro. E que ele chegou ao Hades. E foi para os Campos Elísios. Refletiu sobre suas ações e retornou ao mundo dos vivos como mulher. Sim, uma bela mulher. Tão bela e forte. Via os pássaros e os admirava. Ouvia a lenda de Ícaro e admirava sua imprudência ao querer alcançar o Sol. Era uma mulher grega, que aprendeu a ler às escondidas. Arrumou um trabalho na biblioteca de Alexandria e conseguiu prestar serviço a um sábio. Escrevia poemas, mas assinava com um nome de homem, pois ser mulher era um desafio. Casou-se, teve filhos e amava. Glaubia Costa 14 de março de 2025
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  Delicio. No universo masculino Há, sinto-me feliz por nascer mulher. Ter meu corpo desde a infância. Nunca invejei o pênis, mas acho lindo um pênis. Eu não deveria, mas, às vezes, ver fotografias e vídeos de homens se masturbando. A pornografia é um vício na atualidade humana. Mas, às vezes, dá vontade de experimentar um corpo masculino. Fazer barba. Sentir o pênis crescendo de tensão. Transar com homens e mulheres. Enfim, viver o imponderável. Imagine usar essas roupas toscas, como cuecas. Apenas experimentaria. Mas sou feliz sendo mulher. Amo ser mulher. Mas desejos vêm e vão. Vivemos numa sociedade heteronormativa, mas a diversidade é humana, sempre foi – desde as cavernas até a nave espacial. Ser mulher me engrandece. Gláubia Costa 13 de março de 2025
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   Caminhos da diversidade Glaubia Costa 13 de março de 2025 Tarde de verão. Ele vê uma figura de gênero fluido e estranha. Estranha a diversidade dos tempos atuais. Homens se identificando como mulheres. Mas o corpo diz outra coisa, pensa. E imagine a discriminação que uma pessoa enfrenta assim. Ele se vê pensando no uso de saias por homens, em vestidos que poderiam vestir — mas nunca se identificaria como mulher. Nascer já é, por si só, uma experiência traumática. A vida exige inúmeras provas. Já experimentei homens, mas para ele, a mulher é encanto. Mulher é energia. Imagina um mundo só de mulheres — um desequilíbrio. A energia masculina também é essencial. Mas os homens nunca tiveram uma criação livre. Uma moda unissex? Uma outra maneira de ser homem? O machismo sugere que há apenas um jeito de ser. Mas a diversidade é criativa.
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  Confissões de amores clandestinos 11 de março de 2025. Terça-feira. Ele sempre em silêncio. Mas sua alma é feminina. E a solidão não o entristece. Caminhante na solidão. Já se vestiu com velhas roupas femininas na casa de um amigo. Travestir-se. Na solidão de tardes de verão… Às vezes, acabava em uma solitária masturbação. Na adolescência, via a calcinha da prima no banheiro. Era a marca: Hope. Hoje, já na maturidade, experimentou essa calcinha. Ser homem é algo estranho a ele. Mas segue sua jornada solitária. E me conta a mim, Glaubia. Eu o conheci num shopping em minha juventude. Nos falamos, ele me cortejava. Mas eu nunca deixei que me tocasse, que me amasse. Silenciosamente, minhas pernas fechadas eram um não. Já me despi algumas vezes diante de seu olhar estranho. Nós nos confessamos. Mesmo quando casei, sempre nos vimos. Tive filhos, marido, e sempre estivemos próximos. Ele me via nua em cocheiras e praias. Nunca me tocou. Era um amor platônico. Eu contava, confiava minhas ...
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  A HETEROSSEXUALIDADE É UM DISFARCE SOCIAL   8 de março de 2025   Por Glaubia Costa   --- Tinha um amigo na adolescência que eu gostava dele. Líamos assuntos sobre sexo. Uma vez ele abaixou as calças num lugar ermo para eu comer, mas fiquei sem jeito. Teve um cara muito mais velho de bicicleta na porta da escola que me assediou aos 14 anos. E fomos num lugar ermo, e ele me chupoou. Outro num cinema, que conversávamos — bem mais velho — e tocou meu pau num cinema. Aos 4 ou 5 anos, um garoto mais velho me penetrava num banheiro. Sempre na infância gostava das roupas femininas e estranhava ser homem. Tinha amizades com duas primas da mesma idade.   A heterossexualidade é um disfarce social... desde a infância. E continuo socialmente disfarçando. Mas adoro mulheres. E também homens. Acho o corpo feminino encantador. Homens têm uma cultura mais rude.
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  O eu é o não eu A calcinha. A calcinha. Ele as ama. Não é chegado em piroca. Já deu o cu. Já se fudeu. Mas as calcinhas, as saias, o universo feminino o encanta. Se pudesse, trocava de corpo. Mas cabe aos deuses. Ele ama as mulheres. Se fosse, seria lésbica. Ele ama a liberdade da samba-canção. Transaria em bosques, em meio a lagos e árvores. A vida é um segredo. Mas onde foram parar os deuses? Ele anda pelas ruas a admirar a beleza feminina. Só as mulheres são perfeitas. Glaubia Costa. 6 de março de 2025. Ano das revoluções.
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