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Mostrando postagens de setembro, 2025
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 🌿 Um domingo de primavera 🌿 João. Que ama saias, vestidos... Usaria num dia quente de primavera, como hoje. Mas não usa. Não se expõe. Guarda segredos nas frestas — na calcinha diária, no olhar diante das vitrines femininas. 👗 João deveria trabalhar com moda, levar às pessoas suas ousadias. Afinal, somos humanos e sensíveis. O que afeta a masculinidade ou a feminilidade em uma roupa? Saias, vestidos, cores, calças legging... Nada disso define sexualidade. 💜 Amar — homens e mulheres — é viver. E João se liberta dentro de si, num mundo de mágica e liberdade. ✨ Quem é João? ✨ Quem somos nós nestas múltiplas identidades de gênero, gostos e amores? João é vida. 🍃 Últimos dias de setembro 🌞 Domingo, 2025 ✍️ Glaubia Costa
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 Amo usar calcinhas. Todos os homens deveriam experimentar. As cuecas samba-canção também são ótimas. A criatividade é humana — não pertence apenas ao universo feminino. Glaubia Costa Primavera 2025
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  Canção de amor a mim mesmo Canção do armário. Frestas de tesão. Tem pessoas que são bissexuais, gêneros fluidos e são discretas. Vivem em seus mundos. Homens curtindo ver roupas femininas, querendo misturar. Em suas tentações, se fecham a se soltar. E têm algumas poucas experiências na vida. Ficam no desejo, mas se jogam discretamente. Em dias de primavera o tesão flui. Aquelas calcinhas que homens guardam na gaveta são vestidas como rituais de intimidade. O desejo secreto em tesão. A depilação à máquina. Um vestido estranho, escondido num guarda-roupa. E o homem e a mulher que não o seduz. Mas às vezes um banho de mar, uma troca de olhar, e se joga num sexo... ninho secreto de se amar e amar o outro. Como é prazeroso ser o que é, mesmo na discrição, no conflito com o próprio desejo sexual. Uma tensão. Um tesão sem limite. À espera de outro amor. Nelson Rodrigues soube retratar isso? Allen Ginsberg. E o poeta profano Walt Whitman. Vidas maduras, cheias de tesão. Na chegada a...
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  E o desejo flui sem se dar conta de moral Glaubia Costa Manhã de inverno. Ele medita ao acordar. Mas os desejos, às vezes contraditórios, vêm — um desejo de ser possuído por um homem, de ser penetrado. Nas ruas, porém, não encontra homens tão interessantes. Assim, prefere as mulheres. Como entender esses desejos matinais? Afinal, somos humanos… Mulheres e homens nos atraem. São corpos, vulvas, falos, peitos, tórax, pernas, ânus, fluidos, bocas. E o desejo flui, sem se dar conta de moral. Há uma moral que nos inibe, mas os corpos são desejos profundos, vidas inteiras de repressão. Sem deixar de lado o amor, flui o libido. Somos almas, corpos, desejo. Glaubia Isadora Costa 18 de setembro de 2025, quinta-feira
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 Ele escolheu um vestido naquela loja que sempre admirava. Ela o acompanhava e, para si, escolheu uma saia. Perguntaram se havia calcinhas na loja, mas não havia. Saíram, então, em busca de uma de lingerie pelo bairro. Depois, tomaram um açaí e foram para casa se amar. Glaubia Costa 16 de setembro de 2025
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  Me jogar de novo em suas mãos. Descer o labirinto do seu corpo. Me rasgar inteira. Ser possuída em todos os poros. Sentir a estranheza de suas mãos. Respirar seus desejos em cada peça despida. Me entregar num quarto pequeno,colchão ao chão. Me ver possuída em seus desenhos. Gritar,de novo, este desejo proibido. Glaubia Costa 1º de setembro de 2025