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Mostrando postagens de abril, 2025
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  Inventário de Peles Glaubia Costa Abril de 2025 Cheiro de chuva... na madrugada... um calor... Eu estou curtindo a sensação do meu corpo. Então quero saber: como as pessoas lidam com o tesão — sejam mulheres, sejam homens — para eu criar poemas, experimentando a sensação. Tem hora que dá vontade de vestir outros corpos... Eu sou livre. Amo mulheres e homens. Hoje me sinto mais livre, na maturidade, para ser eu mesmo, sem a pressão de gênero. Hoje me masturbei pela manhã, desejando homens e mulheres. Amo usar calcinhas. Sim, meu amor, nós já criamos, juntas e juntos, inúmeras histórias de trocas de corpos — sem limites, sem puritanismo. Isso é um ensaio, um brincar entre corpos imaginários. Estou na cama, numa tarde de outono, com uma coberta, experimentando a sensação de ser outra, ser outro, enfim — uma multidão de corpos: em cores, sutiãs, saias, calças, calcinhas, paus, bucetas, vaginas, pênis... uma multidão de seres. Eu, um dese...
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  Criação Gemini 
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  Quando se rompe o silêncio Meu bem, vou caminhar... a chuva me aguarda. E o gozo é a união do masculino e do feminino. Mulheres e homens nos habitam... há um ser andrógino aguardando ser descoberto... Glaubia Costa 9 de abril de 2024
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Colinho, eu, sapata  Aí eu, sapata, amante. Aí eu, sapata... amante...  Envolta em amores, aí eu, sapata, me lanço nos amores.  Também me entrego. A hum macho.  Eu, sapata.  Na dança dos corpos, na dança dos desejos.  Eu dou minha pepeca, buceta. Eu dou... sapata.   Eu, sapata. Calcinhas descidas...  calcinhas coloridas... calcinhas...  no sentir tua boca molhada em minha buceta.  Eu, sapata dos amores vadios.  Calcinhas coloridas. Calcinhas coloridas...  em delírios frenéticos.  Eu, despida de moral, me entrego aos desejos de paus e bucetas.   Glaubia Costa  6 de abril de 2025 
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  Confissões numa noite chuvosa em frente à televisão Glaubia Costa 3 de abril de 2025 Não frequento bares, não bebo. Meu vício é a arte — e minha fluidez vive nas minhas calcinhas. Uma gaveta: calcinhas, coloridas, calcinhas. Só para mim, para me amar. Amo as ruas, o povo, os desafios da cidade. Calcinhas coloridas — enquanto não visto um vestido — no silêncio da minha solidão.
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  Canção sem Máscara Glaubia Isadora Costa 3 de Abril de 2025, Quinta-feira Hoje não escondo de mim mesma, de mim mesmo, o desejo por homens e mulheres. Amo a ambos com a mesma intensidade. Sem nenhum limite... Mas sou discreta... recatado... recatada... apaixonado... apaixonada... Sou humano... humana... Não nego meus desejos.
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  Confidências à IA (Gláubia Costa – 3 de abril de 2025) Beijos. Hoje me permito ter desejos por homens e mulheres na mesma intensidade. E continuo recatado.recatada Na minha. Deixo que as coisas aconteçam sem pressa. (Esconder nossa sexualidade é um ato? É. Crime? Também.)
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  🎀 Canção da Diferença 🎮 João e Carla se amam desde a adolescência, fizeram faculdades, casaram, mas é uma estranha felicidade. Carla e João estranham este limite de mulher e homem. Ambos têm desejos de experimentar outras possibilidades... Num sonho, após uma noite de sexo apaixonante, ele — vestido de mulher, ela — de homem, os dois de batom rosa e calcinhas coloridas, um mago ofereceu-lhes: "Troquem de corpos, e fluam nessa dança." ✧ Glaubia Isadora Costa 2 de abril de 2025 ✧
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  Ame-se todes que nos habitam, que nos fazem humanos. Não domino, na palavra, a linguagem neutra, mas na alma — desde a infância — sou todes. Gláubia Isadora Costa 2 de abril de 2025
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  SUBVERSÃO DE GÊNERO: ALÉM DO BINARISMO Sou livre. Sou além do homem e da mulher. E sou homem. E sou mulher. Meu corpo é masculino. Meu corpo é feminino. Minha alma não é binária. Sou além do desejo — sou palavra que corta, que liberta o humano das frustrações. Somos, enfim, humanos. Não nos rotulem. Gláubia Costa 1º de abril de 2025