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Mostrando postagens de junho, 2025
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  A casa em forma de vulva Glaubia Costa 1 de julho de 2025 Amo. Amo. E disfarço meu amar. Um tórax. Um seio. Uma bunda... um pau... buceta. Tudo é uma festa... Entre as frestas dos armários. Homem. Mulher. Hetero. Bi. Pan... LGBTQIA+. O que somos? Além de humanos. Um dia escrevi um poema: uma casa em forma de vagina. Agora descubro: vulva. Que se construam casas em formas de vulva. Pênis. Ânus. Corpos são recintos de almas livres.
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  As questões da sexualidade humana Glaubia Costa – 29 de junho de 2025 A questão de roupas e trejeitos masculinos e femininos é só uma questão cultural? Das civilizações humanas, mediada pelas religiões? Um código de conduta que impõe a naturalidade sexual entre homens e mulheres, para fins de reprodução? Então, estes questionamentos LGBTQIA+ São procedentes? Há uma variação natural, além das questões culturais? Estes padrões de vestimenta de mulheres e homens podem — e devem — ser questionados? O exagero drag pode ser feito com as roupas tradicionais para homens? Em todas as culturas se reprime a homossexualidade. Então, como ir a fundo nestas reflexões, deixando as tradições religiosas? Um novo código de ética mais humano? Crianças podem ser criadas de uma forma mais livre? Homens de saias, vestidos, calcinhas. Numa liberdade criativa. Enfim, deve-se debater estas questões na atualidade, despidos de preconceitos. Glaubia Costa 29 de junho de 2025
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  A armadilha de amar Por Glaubia Costa 24 de junho de 2025, terça-feira Com homens, deitou-se duas vezes. Com mulheres, inúmeras vezes. Como é desafiador amar homens e mulheres. A primeira vez foi na infância — sem nenhum trauma. O trauma veio depois, nas mãos da religião do proibido. Ainda amou pouco. O resto foi disfarce… disfarce de sua sexualidade para o mundo hétero. Mas, para si, é livre. Essas nomenclaturas são formas de bolo, mas os corpos não reconhecem essas formas. Amar. Simplesmente amar. Amar humanos. Afinal… qual é o seu sexo? Nem reparei se era homem ou mulher. Vi apenas uma pessoa querendo amar.
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  Liberdade em Círculos. Dança... Amores. Mulheres... de todas as eras... em belas saias pretas. E por que não... os homens? Vestidos... às vezes, não caem bem nos corpos masculinos. Mas uma saia... uma saia preta... Ah... num homem... fica divino. Deuses. De todas as idades. Da adolescência... à velhice. Homens... libertem-se. Deixem fluir a liberdade. Viver... é ser livre. Vestidos podem ser imaginados. Desenhados. Para corpos... masculinos. Toda liberdade... explode em desejos. Saias pretas... rosas... azuis... Saias girando... em círculos dançantes. Homens e mulheres... numa eterna dança... de criação. — Glaubia Costa 18 de junho de 2025
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  O caos que nos faz humanos? Por Glaubia Costa Em meio às guerras, aos conflitos, seres humanos enfrentam também seus próprios dilemas pessoais. Homens que, após os cinquenta, vivem conflitos que lembram os da adolescência. Usar calcinhas. Ser bissexual — ou não. Mudar de opinião. Às vezes, parece mais prático se declarar heterossexual do que se expor aos próprios contrastes. Já transou com homens, mas sente tesão por mulheres. Enfim, o caos que nos cerca é reflexo do caos interno. O ser humano não cabe numa forma certinha de masculino e feminino. Há homens que amariam ter nascido mulher. E mulheres, que gostariam de ter nascido homens. A moda rígida já não nos serve. Mas as guerras seguem aí. Extrema direita. Perseguição a povos, como os da Faixa de Gaza, por Israel. A guerra entre Israel e o Irã. Como entender o mundo? Talvez só o diálogo com as inteligências artificiais nos salve do nosso próprio caos. É tempo de misturar roupas, desejos, escolhas. A liberdade de criar é...
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  Que vontade de usar meia-calça Glaubia Costa — Junho de 2025 Ele acorda com tesão. Tem evitado ver pornografia. E também de se masturbar. Está só há bastante tempo. Já transou com homens, mas sente mais atração por mulheres. Com homens, nunca foi ativo. Não soube ser versátil. Na última vez, não se sentiu à vontade com o cheiro. Acabou chupando e dando. Era um pau enorme, delicioso. Pensou: que desperdício o cara ser só gay . Diante de um macho daquele — tão jovem —, sentiu vontade de ser mulher. Ele, com mais de cinquenta. Nestes dias frios, adora usar cuecas samba-canção. São confortáveis. Mas, ao mesmo tempo, veste calcinhas em segredo. Tem um body e um vestido guardados, esperando uma oportunidade. Sonha com sexo. Um casal de amigos tomando banho junto num banheiro. Ele disfarçava para não perceberem a calcinha que vestia. Tem vontades — de fazer amor com um casal, de experimentar outras formas de entrega. Mas não sabe por quanto tempo vai resistir em não se masturbar. ...