O eu é o não eu


A calcinha. A calcinha.


Ele as ama. Não é chegado em piroca. Já deu o cu. Já se fudeu. Mas as calcinhas, as saias, o universo feminino o encanta. Se pudesse, trocava de corpo. Mas cabe aos deuses.


Ele ama as mulheres. Se fosse, seria lésbica. Ele ama a liberdade da samba-canção.


Transaria em bosques, em meio a lagos e árvores. A vida é um segredo. Mas onde foram parar os deuses?


Ele anda pelas ruas a admirar a beleza feminina. Só as mulheres são perfeitas.


Glaubia Costa.

6 de março de 2025. Ano das revoluções.

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